Explicando de um modo simples: para que um matrimônio seja válido, deve ser realizado em uma forma válida, entre pessoas hábeis e, ademais, capazes de prestar consentimento. Em sentido contrário, as causas de nulidade são o defeito de forma, ou a celebração com impedimento, ou com vício de consentimento. Cada uma destas três causas gerais se divide, também, em vários tipos. A terminologia canonística usa a expressão caput nullitatis, ou capítulo de nulidade, para se referir a cada motivo de nulidade. Oferecemos aqui uma lista geral dos caput nullitatis dos matrimônios ...
Artigo publicado em 12 de Março de 2010, às 17h16.
Dom Antonio Augusto Dias Duarte, Bispo responsável pela Pastoral Familiar na Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro divulgou uma carta aos casais de segunda união, dissertando a respeito da exortação Apostólica pós-sinodal “Sacramentum Caritatis".CARTA AOS CASAIS DE SEGUNDA UNIÃOComo Bispo responsável pela Pastoral Familiar na Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, sinto-me obrigado a dirigir-me aos católicos que, depois de terem celebrado o Sacramento do Matrimônio, se divorciaram e contraíram novas núpcias.A razão dessa carta que agora inicio ...
Artigo publicado em 12 de Março de 2010, às 17h14.
1010 Graças a Cristo, a morte cristã tem um sentido positivo. “Para mim, a vida é Cristo, e morrer é lucro” (Fl 1,21). “Fiel é esta palavra: se com Ele morremos, com Ele viveremos" (2Tm 1,11). A novidade essencial da morte cristã está nisto: pelo Batismo, o cristão já está sacramentalmente "morto com Cristo", para Viver de uma vida nova; e, se morrermos na graça de Cristo, a morte física consuma este "morrer com Cristo" e completa, assim, nossa incorporação a ele em seu ato redentor: É bom para mim morrer em ("eis") Cristo ...
Artigo publicado em 05 de Fevereiro de 2010, às 14h40.
D. João Evangelista Martins Terra, bispo auxiliar da Arquidiocese de Brasília, escreveu um livro que aborda justamente este assunto: "Maçonaria e Igreja Católica", que é uma pesquisa histórica sobre a maçonaria, sua expansão e situação no mundo de hoje, especialmente no Brasil. Faz uma análise dessa organização e apresenta a posição da Igreja Católica pós-conciliar. Usaremos este livro para mostrar a posição da Igreja Católica para com a maçonaria e como ela orienta a seus fiéis e clérigos. O CÓDIGO DE DIREITO CANÔ...
Artigo publicado em 12 de Agosto de 2009, às 16h00.
A maçonaria tem uma origem difícil de ser comprovada. Alguns afirmam remontar ao tempo anterior ao dilúvio de um tal Jabal, construtor contratado por Caim e Enoch. Jabal ensinou uma arte secreta para trabalhar com lâminas de ouro. Esses conhecimentos chegaram a Abraão, por meio de quem seriam transmitidos aos egípcios. Estes os transmitiram aos Judeus, que alcançaram o seu apogeu na construção do templo de Salomão. Depois da destruição do templo, o conhecimento teria passado para os cristãos. Os depositários desses segredos seriam os "quatro santos coroados" e Santo Albano na Inglaterra, o ...
Artigo publicado em 12 de Agosto de 2009, às 15h56.
Na Sagrada Escritura, S. Paulo faz essa distinção entre alma e espírito. A alma humana é espiritual, o que significa que ela não é material. A alma humana tem três capacidades ou potências: a capacidade de entender ou inteligência; a capacidade de querer, ou vontade; e finalmente a capacidade de sentir, ou sensibilidade. A sensibilidade é a potência da alma que nos permite sentir de um modo diferente do corpo. Nosso corpo, através dos 5 sentidos sentem as coisas materiais. Por exemplo, sinto que um objeto é frio ou liso; sinto perfume de flores; etc. Nossa alma sente alegria, tristeza, raiva, si...
Artigo publicado em 23 de Julho de 2009, às 17h27.
A SAGRADA ESCRITURA I. Cristo – Palavra única da Escritura santa 101. Na sua bondade condescendente, para Se revelar aos homens. Deus fala-lhes em palavras humanas: «As palavras de Deus, com efeito, expressas por línguas humanas, tornaram-se semelhantes à linguagem humana, tal como outrora o Verbo do eterno Pai se assemelhou aos homens assumindo a carne da debilidade humana» (68). 102. Através de todas as palavras da Sagrada Escritura. Deus não diz mais que uma só Palavra, o seu Verbo único, em quem totalmente Se diz (69): «Lembrai-vos de que o discurso de Deus que se desenvolve em todas as Escrituras é um...
Artigo publicado em 02 de Julho de 2009, às 14h56.
2299. Aos moribundos deve dispensar-se toda a atenção e cuidado, para os ajudar a viver os últimos momentos com dignidade e paz. Devem ser ajudados pela oração dos que lhes são mais próximos. Estes velarão por que os doentes recebam, em tempo oportuno, os sacramentos que os preparam para o encontro com o Deus vivo. 2300. Os corpos dos defuntos devem ser tratados com respeito e caridade, na fé e esperança da ressurreição. Enterrar os mortos é uma obra de misericórdia corporal (64) que honra os filhos de Deus, templos do Espírito Santo. 2301. A autópsia dos cadáveres pod...
Artigo publicado em 02 de Julho de 2009, às 14h39.
PRIMEIRA PARTE - A PROFISSÃO DE FÉ PRIMEIRA SEÇÃO "EU CREIO" - "NÓS CREMOS" 26 Quando professamos nossa fé, começamos dizendo: "Eu creio" ou "Nós cremos". Por isso, antes de expor a fé da Igreja tal como é confessada no Credo, celebrada na Liturgia, vivida na prática dos Mandamentos e na oração, perguntamo-nos o que significa "crer". A fé é a resposta o homem a Deus que se revela e a ele se doa, trazendo ao mesmo tempo uma luz superabundante ao homem em busca do sentido último de sua vida. Por isso vamos considerar primeiro esta busca do homem (capitulo 1), em seguida ...
Artigo publicado em 24 de Novembro de 2008, às 10h32.
A oração do CredoNo encerramento do Ano da Fé (30/6/67 a 30/6/68), em comemoração dos 1900 anos dos martírios de São Pedro e São Paulo, o Papa Paulo VI quis oferecer à Igreja a sua Profissão de Fé, que se chamou o Credo do Povo de Deus. Muitas razões tornaram este CREDO de Paulo VI de grande importância para a Igreja, sendo muito utilizado e citado nos documentos posteriores da Igreja. Desde o início de sua vida apostólica, a Igreja elaborou o que passou a ser chamado de Símbolo dos Apóstolos, assim chamado por ser o resumo fiel da fé dos Apóstolos; foi uma m...
Artigo publicado em 17 de Maio de 2008, às 20h42.
Jesus desceu às profundezas da terra. Aquele que desceu é também aquele que subiu (Ef 4,9-10). O Símbolo dos Apóstolos confessa em um mesmo artigo de fé a descida de Cristo aos Infernos e sua Ressurreição dos mortos no terceiro dia, porque em sua Páscoa é do fundo da morte que ele fez jorrar a vida:Cristo, teu Filho,que, retomado dos Infernos,brilhou sereno para o gênero humano,e vive e reina pelos séculos dos séculos. Amem.PARÁGRAFO ICRISTO DESCEU AOS INFERNOSAs freqüentes afirmações do Novo Testamento segundo as quais Jesus ressuscitou dentre os mortos (1Cor 15,20) pressup...
Artigo publicado em 22 de Março de 2008, às 11h48.
§2387É compreensível o drama de quem, desejoso de se converter ao Evangelho, se vê obrigado a repudiar uma ou várias mulheres com as quais viveu anos de vida conjugal. Contudo, a poligamia não se coaduna com a lei moral. Opõe-se radicalmente à comunhão conjugal, pois nega diretamente o plano de Deus tal como nos foi revelado nas origens, porque contrária à igual dignidade pessoal entre o homem e a mulher, que no matrimônio se doam com um amor total e por isso mesmo único e exclusivo. O cristão que foi polígamo está gravemente obrigado por justiça a honrar as obrigaç&ot...
Artigo publicado em 01 de Março de 2008, às 12h00.
§2382O Senhor Jesus insistiu na intenção original do Criador, que queria um casamento indissolúvel. Ab-roga as tolerâncias que se tinham introduzido na Lei antiga.Entre batizados, o matrimonio ratificado e consumado não pode ser dissolvido por nenhum poder humano nem por nenhuma causa, exceto a morte.§2383 A separação dos esposos com a manutenção do vínculo matrimonial pode ser legítima em certos casos previstos pelo Direito canônico (cf. CIC, cânone. 1151-1155).Se o divórcio civil for a única maneira possível de garantir certos direitos legítimos, o cuidado dos fi...
Artigo publicado em 01 de Março de 2008, às 11h58.
§2373A Sagrada Escritura e a prática tradicional da Igreja vêem nas famílias numerosas um sinal da bênção divina e da generosidade dos pais.§2374 É grande o sofrimento de casais que descobrem que são estéreis. Que me darás?, pergunta Abrão a Deus. "Continuo sem filho... (Gn 15,2). Faze-me ter filhos também, ou eu morro, disse Raquel a seu marido Jacó (Gn 30,1).§2375 As pesquisas que visam diminuir a esterilidade humana devem ser estimuladas, sob a condição de serem postas a serviço da pessoa humana, de seus direitos inalienáveis, de seu bem verdadeiro e ...
Artigo publicado em 01 de Março de 2008, às 11h54.
§2366A fecundidade é um dom, enfim do Matrimônio, porque o amor conjugal tende naturalmente a ser fecundo. O filho não vem de fora acrescentar-se ao amor mútuo dos esposos; surge no próprio âmago dessa doação mútua, da qual é fruto e realização. A Igreja, que está do lado da vida", ensina que "qualquer ato matrimonial deve permanecer aberto à transmissão da vida. Esta doutrina, muitas vezes exposta pelo Magistério, está fundada na conexão inseparável, que Deus quis e que o homem não pode alterar por sua iniciativa, entre os dois significa...
Artigo publicado em 01 de Março de 2008, às 11h48.
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